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ASTRO-MANO aterra na RTP1

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Um extraterrestre perdido e um rapaz preso numa vida sem rumo cruzam-se numa amizade improvável capaz de atravessar galáxias. ASTRO-MANO leva a ficção científica portuguesa do LAB para a RTP1.

Há séries sobre extraterrestres. Há séries sobre amizades improváveis. E depois há ASTRO-MANO, uma série onde tudo parece acontecer com a energia de alguém que viu demasiados filmes sci-fi às três da manhã e decidiu: “vamos fazer isto em Portugal”.

Depois de passar pela RTP Play, a série do universo LAB chega agora à RTP1 e traz com ela um universo estranho, caótico e surpreendentemente emocional, onde um extraterrestre perdido na Terra acaba por encontrar exatamente a única pessoa tão deslocada quanto ele.

Mas ASTRO-MANO não tenta ser uma ficção científica convencional. Pelo contrário. A série vive do absurdo, do humor desconfortável, das referências inesperadas e daquela sensação constante de que tudo pode correr mal a qualquer momento.

Entre conspirações, criaturas vindas de outro planeta, amizades improváveis e personagens que parecem estar sempre à beira de tomar a pior decisão possível, a série constrói um universo próprio, meio nostálgico, meio caótico e totalmente imprevisível.

Ao mesmo tempo, existe algo estranhamente humano no centro disto tudo: duas personagens perdidas, cada uma à sua maneira, a tentarem encontrar um lugar onde finalmente façam sentido.

É precisamente essa mistura entre nonsense, coração e estética sci-fi artesanal que tornou ASTRO-MANO num dos projetos mais inesperados da RTP LAB e que agora ganha uma nova vida na RTP1.

Agora na RTP 1

26 de fevereiro

Episódios 1 e 2
Tudo começa quando algo vindo de outro mundo aterra na pior altura possível.

5 de março

Episódios 3 e 4
Entre segredos, perseguições e caos crescente, a amizade entre Pedro e Astro-Mano começa verdadeiramente a ganhar forma.

12 de março

Episódios 5 e 6
A aventura entra em modo total de colisão quando o perigo vindo do espaço se aproxima demasiado da Terra.